Biblioteca - Notícias

Navegações, de Sophia de Mello Breyner Andresen, foi o livro escolhido para o mês de março. Publicado pela primeira vez em 1983, este conjunto de poemas forma um possível itinerário de viagem. Ou de viagens.  Pelos "mares nunca dantes navegados" de todas e de cada pessoa. 

Um dia e outro dia... Outono havias de vir, de Irene Lisboa.

 

Este mês vamos ler poemas publicados em 1936 e 1937 e depois reeditados em 1991, numa coleção que pretendeu dar a conhecer o conjunto obra literária da pedagoga e escritora Irene Lisboa (1892-1958). 

Na próxima 4ª feira, 24 de janeiro, a Biblioteca da ESSM recebe um ilustre visitante: o Professor Doutor Fernando Cabral Martins, da FCSH - Universidade Nova de Lisboa, uns dos maiores especialistas no Modernismo e na obra de Fernando Pessoa. Entre as 11h 20 e as 12h 10, o Professor dialoga com alunos e alunas do 12º ano, respondendo às suas questões acerca da heteronímia pessoana.

Livro do mês de janeiro

Vozes, de Ana Luísa Amaral.

A "Felicidade Clandestina", de Clarice Lispector.     

Na próxima quinta-feira, 30 de novembro, a Biblioteca da ESSM recebe uma ilustre visitante. A professora e investigadora da Universidade Integrada do Alto Uruguai e Missões, do Rio Grande do Sul, Brasil, dinamizará uma sessão sobre a obra de um nome maior das letras brasileiras, Clarice Lispector,

    A partir de novembro, todos os meses divulgaremos um texto poético da autoria de um/a aluno/a da ESSM (podem participar alunos de todos os níveis e cursos existentes na Escola). 

    A escolha do texto do mês ficará a cargo da Equipa de Professores da Biblioteca e terá por base a qualidade estético-literária, a criatividade e a correção linguística dos textos.

     Entreguem os vossos textos no balcão da Biblioteca!

 

 

 

Evocando os 150 anos do nascimento do poeta Camilo Pessanha, a turma do 2º TAEI, sob a orientação dos professores Efthimios Angelakis e Rosário Cadete, apresentou uma série de leitura encenadas na Biblioteca da Escola Secundária de Santa Maria.

Durante cerca de 15 mn, quem estava no espaço, pode assistir a uma performance comovente, muito digna do vate simbolista, que tão bem (nos) escreveu:

As mãos 

Com mãos se faz a paz se faz a guerra.
Com mãos tudo se faz e se desfaz.
Com mãos se faz o poema – e são de terra.
Com mãos se faz a guerra – e são a paz.